Paulo Isaac, com recursos próprios, adquiriu o acervo que hoje está exposto
Com a finalidade de preservar e difundir a memória das sociedades indígenas e destacar sua importância cultural, história e documental, o antropólogo e professor Paulo Isaac, por meio de recursos próprios, fundou o Museu Etnográfico Resistência Indígena em Rondonópolis.
O projeto do museu indígena nasceu em 1990, em um trabalho acadêmico do professor, a pedido dos índios, de combate ao preconceito e à discriminação contra a sociedade indígena. Ao longo de vinte e cinco anos, o tema se se transformou em vários projetos de pesquisa e extensão dentro da UFMT. O antropólogo, através de recursos próprios, adquiriu um acervo que conta hoje com cerca de duzentos e vinte artefatos de várias etnias brasileiras, aproximadamente quinhentas mil fotografias e vídeos e cinco mil títulos bibliográficos.
O museu indígena MERIeARI é uma casa de preservação, promoção e difusão do patrimônio histórico, cultural e socioambiental que se propõe a realizar programas, projetos, eventos e produções científicas, literárias e iconográficas, tendo como prioridade as sociedades indígenas e regionais. O museu é uma exposição permanente do acervo etnográfico de uso cotidiano de sociedades indígenas brasileiras, com ênfase nas etnias que o antropólogo trabalhou entre 1990 e 2015. A exposição é composta por artefatos de plumas, cerâmicas, palhas, sementes, madeiras e outros materiais utilizados pelos índios.
De acordo com Paulo Isaac, existe um preconceito histórico contra os povos indígenas, que continua ainda muito vivo. “Esse preconceito só diminuirá à medida que a sociedade conhecer melhor os indígenas. Conhecendo mais, o preconceito diminui, quebra resistências e paradigmas. Sendo assim, o objetivo do museu indígena MERIeARI é mostrar toda essa riqueza e a diversidade da sociedade brasileira, da qual os índios estão inclusos”.
O projeto do museu indígena nasceu em 1990, em um trabalho acadêmico do professor, a pedido dos índios, de combate ao preconceito e à discriminação contra a sociedade indígena. Ao longo de vinte e cinco anos, o tema se se transformou em vários projetos de pesquisa e extensão dentro da UFMT. O antropólogo, através de recursos próprios, adquiriu um acervo que conta hoje com cerca de duzentos e vinte artefatos de várias etnias brasileiras, aproximadamente quinhentas mil fotografias e vídeos e cinco mil títulos bibliográficos.
O museu indígena MERIeARI é uma casa de preservação, promoção e difusão do patrimônio histórico, cultural e socioambiental que se propõe a realizar programas, projetos, eventos e produções científicas, literárias e iconográficas, tendo como prioridade as sociedades indígenas e regionais. O museu é uma exposição permanente do acervo etnográfico de uso cotidiano de sociedades indígenas brasileiras, com ênfase nas etnias que o antropólogo trabalhou entre 1990 e 2015. A exposição é composta por artefatos de plumas, cerâmicas, palhas, sementes, madeiras e outros materiais utilizados pelos índios.
De acordo com Paulo Isaac, existe um preconceito histórico contra os povos indígenas, que continua ainda muito vivo. “Esse preconceito só diminuirá à medida que a sociedade conhecer melhor os indígenas. Conhecendo mais, o preconceito diminui, quebra resistências e paradigmas. Sendo assim, o objetivo do museu indígena MERIeARI é mostrar toda essa riqueza e a diversidade da sociedade brasileira, da qual os índios estão inclusos”.
Conforme o antropólogo, o projeto tem um foco e esse foco são as crianças. “No museu, as crianças terão um tratamento especial, no sentido que elas possam conhecer melhor a cultura indígena. Descobrindo os trabalhos e atividades que eles realizam dentro de sua comunidade, para que elas [crianças] criem uma perspectiva mais humana do que essa geração de hoje, em relação ao índio. Uma perspectiva que vai respeitar, preservar, educar e promover a cultura indígena”, externou.
A inauguração do Museu Etnográfico Resistência Indígena MERIeARI, ocorreu na última segunda feira (18), em comemoração ao Dia Mundial dos Museus.
SERVIÇO
Expediente: aberto das 8h às 10h30 e das 14h às 16h, de segunda a sexta-feira.
Endereço: Rua Guimarães Filho, 132 – Jardim Atlântico